Amor de mãe: Paloma Oliveira adota Chevette 1982 - Motores Mania

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18/07/2017

Amor de mãe: Paloma Oliveira adota Chevette 1982


     Amor à primeira vista é um assunto polêmico em qualquer roda de conversa. Mas Paloma Oliveira é prova viva que ele existe e que pode ser muito duradouro. Foi um amor incomum: uma adolescente que se derreteu a um Chevrolet Chevette 1982.
      Oliveira conta que desde de nova tinha uma queda por carros e que isso até rendeu alguns apelidos na infância. Mas se alguém um dia se perguntar o motivo de uma menina nascida em São Luís do Maranhão ser fissurada pelo mundo automotivo, a resposta passa pelo colo paterno. “Papai teve Chevrolet Marajó, Fiat 147, Ford Del Rey, entre muitos outros carros antigos”, revela. Apesar de sempre ter gostado dos carros do pai, nunca havia ficado tão entusiasmada quando o Chevette, carinhosamente apelidado de “Amarelinho”, cruzou sua vida aos 13 anos.
      Foi então que ela já quis começar a dirigir. “Com 15 anos perguntei para minha mãe se ela tinha confiança em mim. Então peguei o carro e comecei a estacionar ele na garagem... O meu pai ficou maluco de raiva”, conta rindo.  


      Quando fez 18 anos o pai a levou para tirar carteira de motorista e disse que iria trocar o Chevette por um carro mais novo que daria menos problemas mecânicos. Paloma lutou para ficar com o Amarelinho e, quando conseguiu, ganhou outro presente da vida: a gravidez.
      A gestação não foi fácil e o carro precisou ficar em segundo plano durante um período. Com a mecânica debilitada e com a nova vida que Paloma estava seguindo, o carro acabou ficando tendo um tempo parado, suficiente para quebrar os freios.
     “O Chevette é meu filho, apesar de ser bem mais velho do que eu”, conta com todo o amor que uma mãe pode dar. “Não é apenas um bem material, eu sou louca pelo meu ‘Amarelinho’”, revela. 



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