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19/06/2017

Erick Medici sonha em correr no Japão e Estados Unidos


          A crescente cena do automobilismo atrai novos adeptos diariamente e fortalece o esporte no Brasil. O interior de São Paulo é conhecido pelos seus campeonatos de arrancadas e por relevar grandes nomes no mundo dos motores. Então será que o Brasil ainda é apenas o país do futebol?
            O mecânico de 27 anos Erick Henrique Medici crê que não. Piloto de drift, modalidade forte nos Estados Unidos e Japão, desde 2015, Medici se envolveu no mundo dos motores na infância e até revelou que começou a dirigir com apenas 13 anos de idade. Natural de Laranjal, distante 163 quilômetros da capital paulista, Erick preenche com roncos de motor o vazio sonoro de seu bairro há anos. 
            A paixão pelo drift também não é recente. Quando Erick viu o anúncio de venda de um Chevrolet Chevette que até já havia corrido em Interlagos resolveu unir sua economias com os seus conhecimentos como mecânico e montar seu primeiro carro de drift. Com a carcaça do “chevetão” na garagem, ele colocou tração traseira, motor turbo, uma boa suspensão, diferencial blocado e alguns itens de segurança que são indispensáveis para um modelo desse tipo.


            Com o carro montado, o mecânico foi com “fé e coragem” para as pistas. “Através disso eu comecei a conhecer cada item e tive ajuda de vários pilotos”, conta sobre o início da carreira. Revela ainda que o seu maior “professor” foi o renomado piloto Marcelo Conservani.
            Evoluindo no drift o velho Chevette já não acompanhava mais o piloto. Foi então que comprou uma BMW 325 que em pouco tempo já estava adaptada à modalidade.


            Pilotos e apaixonados por carros têm uma paixão que parece ser consensual: carros japoneses. Erick não teve dúvidas quando pôde adquirir um Nissan 240 sx que o acompanha até hoje. O carro já era preparado para o drift, mas como o piloto é muito exigente, desmontou e refez do jeito dele.
            O Nissan ostenta, hoje, um motor turbo de 600 cavalos. E é montado nele que o piloto de Laranjal enxerga clara evolução nas suas corridas. A melhora foi tão perceptível que Erick tem orgulho de dizer que conseguiu patrocínio para fazer o que ama: pilotar.
            A carreira em ascensão é pouco, o sonho de pilotar no Japão e nos Estados Unidos fica cada dia mais palpável. “Eu prefiro andar apenas com pilotos que estão alguns níveis a cima de mim. Eu não ligo de perder, mas eu quero evoluir”, conclui. 





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